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Fiz cirurgia bariatrica

Oi meninas!???? Muito tempo não venho aqui,mas desde que criei meu blog que tenho objetivo de emagrecer!!!

A saga foi grande,cheguei no fundo do poço em dezembro de 2016,tomei minha então decisão de me submeter à cirurgia bariátrica a famosa redução de estômago,foram 5 meses de uma saga de médicos e laudos,pericia pelo plano de saúde e no dia 07/06 enfim fui submetida a bypass onde o estômago e reduzido ao tamanho de um estômago de bebê.

Hoje estou com 3 meses e posso dizer que foi a melhor decisão de minha vida,estou a 20kg a menos e cada dia um desafio e uma vontade de me superar e ter uma vida que tanto sonhava.Aos poucos vou contando a minha saga os desafios e vitórias de uma bariatricada!



O caminho não está sendo fácil mais estou vivendo um dia de cada vez!!!!

Ps: 
Tinha esquecido a senha e emaill de blog, mais felizmente consegui lembrar!!!


Uma fotinha de como estou agora!

Operei com 103kg, obesidade grau 3, hoje estou com 84kg obesidade grau 1.

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas em pé

Ida ao endocrino, tentando uma reviravolta.


Olá minha flores???Como estão todas???Eu estou aqui na luta constante, findando mais um ano e a velha promessa de emagrecer ficando para trás, pelo menos estou tentando neste finalzinho de reta tentar mudar minha rotina e minha vida de obesidade grau 2.
Hoje fui no endocrino, bem nada do que ele me falou me assustou exceto que se não me cuidar as coisas só tende a piorar, hoje com 37 anos e exatos 95 kg, 35 kg acima do peso, então o que preciso fazer é retomar minha vida, ou melhor retomar a mim mesma, resgatar a vontade de ter uma vida e um corpo saúdavel, bem vou ter que retomar a dieta com força total e como coadjuvante ele me receitou sibutramina .
Eu estou pensando em fazer o teste e tomar pelo menos os 2 meses que ele me indicou, vejo muita gente falando mal e outros bem do medicamento, sei também que ele não vai fazer milagre, tenho que fazer a minha parte senão não vai adiantar nada, outra coisa que me chamou atenção no discurso do médico foi sobre a relação obesidade e genética, então resolvi dá uma lida na net e achei esse artigo bem interessante, bem meninas pretendo ir atualizando meu bloguito diariamente neste finalzinho de ano e ai vou narrando minha experiência com a sibutramina.
Uma otima semana e um bjo carinhoso em cada uma, aos poucos vou fazendo minha visitas para saber das novidades.

Obesidade e genética
A obesidade e como controlá-la é um assunto que tem sido objeto de muitas pesquisas e está sempre nas manchetes. Lembro de uma senhora que conheci em um evento social e que se queixava que seus filhos, ainda crianças, não comiam frutas ou verduras e, por essa razão, estavam com peso acima da tabela. Por coincidência, encontrei-a na semana seguinte no supermercado. Estava na caixa descarregando o seu carrinho bem na minha frente. Havia de tudo naquela compra: biscoitos, chocolates, refrigerantes, massas e molhos. Nada que fosse natural ou menos calórico. Lembrei-me da conversa anterior e entendi por que seus filhos não comiam frutas e/ou verduras.
Por isso, pesquisar se uma criança (ou adulto) torna-se obesa por causas ambientais ou genéticas é tão complexo. Para falar sobre o tema, eu entrevistei a Dra. Célia P. Koiffmann, que pesquisa o assunto no Centro do Genoma.
Dra. Celia, por que a obesidade está crescendo no mundo ocidental tanto em adultos quanto em crianças? Será que o acesso a alimentos, principalmente aos calóricos, está contribuindo para o aumento de peso das populações? Se todos comêssemos a mesma quantidade de alimentos engordaríamos da mesma maneira?
As respostas a essas perguntas são ainda parciais. A obesidade representa uma complexa interação de influências genéticas, comportamentais e ambientais. Os componentes ambientais são bem conhecidos: vida sedentária, excesso de ingestão de alimentos, principalmente de alimentos altamente calóricos. Se duas pessoas ingeriram as mesmas calorias, o ganho de peso poderá ser diferente de acordo com o seu perfil genético e também da atividade física de cada uma.
E os fatores genéticos? Um gene alterado (mutado) é suficiente para causar obesidade?
Estudos recentes mostram que há inúmeros genes associados à obesidade. E o papel de cada um deles para o aumento exagerado de peso tem sido objeto de muitas pesquisas. Na obesidade monogênica (causada por uma mutação em um único gene), nós conhecemos onze genes que, quando mutados, levam a obesidade: LEP (leptina), LEPR (receptor de leptina) SIM1, POMC, MC3R dentre outros, são alguns exemplos. Essas mutações são raras nos seres humanos. As formas comuns de obesidade têm uma herança chamada multifatorial. Ela resulta da interação de vários genes, cada um com um efeito pequeno (obesidade poligênica), e hábitos alimentares.
O que está sendo pesquisado no Centro do Genoma?
No Genoma, nós estamos estudando a obesidade sindrômica. Isto é, aquela que aparece junto com várias características clínicas distintas, associadas a dificuldades escolares e distúrbios de comportamento. A forma sindrômica mais frequente é a síndrome de Prader-Willi (PWS) caracterizada por hipotonia (bebê molinho), dificuldade de sucção no período neonatal, atraso do desenvolvimento neuropsicomotor (DNPM), hiperfagia (fome exagerada), mãos e pés pequenos, dificuldade de aprendizado e distúrbios de comportamento.
Como o estudo da obesidade sindrômica pode auxiliar na pesquisa sobre os genes comuns de obesidade?
Avaliamos vários pacientes com obesidade sindrômica nos quais descartamos a síndrome de PWS por meio de testes genéticos. Isso nos permitiu identificar diversos outros genes relacionados à obesidade. Qual o papel desses genes? Como eles atuam? Ainda não sabemos, mas estamos investigando.
Você acha importante realizar testes genéticos em pacientes com obesidade sindrômica? 
Os testes que realizamos nos permitem fazer o diagnóstico em um grande número de crianças e, como consequência, o prognóstico e o aconselhamento genético às famílias. Estamos introduzindo várias tecnologias novas no Centro do Genoma que nos permitirão diagnosticar um número maior ainda de crianças. O estudo da interrelação de todos os genes associados à obesidade dará um panorama do efeito de cada um deles nas formas comuns. Em alguns anos, isso permitirá que as pessoas tenham os seus genes de susceptibilidade à obesidade identificados e, consequentemente, recebam tratamento personalizado.
E os testes genéticos oferecidos para obesidade comum que já estão sendo oferecidos em consultórios? São úteis atualmente?
Talvez nos raros casos de doenças monogênicas, mas que são relativamente raros. Representam cerca de 2% dos casos. Na obesidade poligênica, isto é, que depende da ação aditiva de genes de susceptibilidade, esses testes ainda não nos dão resposta que permita uma aplicação prática.
Por Mayana Zatz

Motivação:Jovem emagrece 73 quilos após experimentar vestido de noiva

A fotógrafa norte-americana Julia Kozerski, 28, perdeu 73 quilos em dois anos. A mudança de hábitos aconteceu após a artista fazer a primeira prova do vestido de noiva, em 2009, e perceber que estava muito acima do peso. Toda a transformação foi documentada em aproximadamente 200 fotos que ajudaram Julia a seguir em frente.   


A primeira foto dessa fase da vida de Julia foi captada no dia da compra do vestido de casamento. A fotógrafa aparece vestida com roupas de ginástica, vestidos, lingeries e trajes de festa.

Julia disse que grandes mudanças podem acontecer. (Foto: Julia Kozerski/ Divulgação)A jovem, que vive na cidade de Milwaukee, em Wisconsin, parou de comer comidas que não são saudáveis, começou a contar as calorias do que ingeria e passou a praticar atividades físicas. Hoje, ela está com 76,5 quilos.A fotógrafa praticou atividades físicas também. (Foto: Julia Kozerski/ Divulgação)

Durante o processo de emagrecimento, Julia pensou em desistir, mas as fotos a ajudaram a se animar. Além disso, ela mesma se presenteava com CDs e outros objetos a cada 4,5 kg perdidos. Segundo a fotógrafa, grandes mudanças pode acontecer, basta começar com pouco. 

Comprei um simulador de caminhada

Olá meninas???!!!Bom dia???!!!Como estão todas???Eu estou aqui recomeçando mais uma vez, nesse recomeço resolvi investir um pouco em alguns aliados, não gosto muito de academia, não sei se a propria gordura me afasta da academia, meio que com vergonha mesmo de ficar o tempo todo suando sem parar exatamente por conta do não preparo fisico, enfim comprei a um simulador de caminha e um jump, e desde então só não vou fazer uma atividade se não quiser mesmo, o que era uma mete de inicio de ano passou a ser de fim de ano, mais tudo bem o importante é não desistir mesmo, eu estou muito desanimada afinal estou muito gorda, nada me serve,pense que é frustrante mesmo vestir um monte de coisa e tudo ficar horrível.

Acabei me inscrevendo no desafio das estações, espero desta vez não desistir, e também me motivar mais com as companheira lights que estão no desafio, a principio vou investir mesmo nas atividades com o simulador, o jump estou fazendo aos poucos, pois como estou muito acima do peso estou sentindo o joelho, vou fazendo simular e alternando alguns minutos no jump até me sentir mais confortável para fazer sem sentir dor, por enquanto resolvi tomar quitosoma para dá uma diminuída no apetite, não sei ao certo se funciona, também tenho aqui capsulas de colágeno mais acho que vou deixar mais para frente quando começar a emagrecer.

É isso ai meninas estou começando novamente e conto com vocês, para me informar mais um pouquinho pesquisei na net sobre o simulador e me animei, vamos simbora!!!!
Bjks

Sua casa, sua academia - Simulador de caminhada

Segue matéria sobre o simulador.

Sua casa, sua academia - Simulador de caminhada

Tem gente que foge da academia para economizar ou porque não tem uma por perto. Nada é desculpa para ficar parada: com os aparelhos que você vê aqui, dá para fazer seu treino aeróbico sem sair do seu lar, doce, lar


Quem malha por conta própria às vezes fica órfã de uma atividade aeróbica, indispensável para acelerar a queima de gordura e turbinar o resultado do treino localizado. Mas nem todo mundo pode, quer ou conta com espaço para uma esteira ou ergométrica na sala ou no quarto. E quem disse que essas são as únicas opções? Escolhemos três equipamentos econômicos no tamanho (até o simulador de caminhada, que é o maior deles, é dobrável e fica fininho para você guardar em qualquer lugar), adaptáveis para a família inteira e com preço que compensa o investimento - afinal, você poupa a mensalidade da academia e o tempo que usaria para ir e voltar, certo? Damos o treino e tudo! Mas tem que levar a coisa a sério. "Malhar sozinha exige disciplina, mas, à medida que os resultados aparecem, fica fácil colocar o treino na rotina", fala o professor de educação física Márcio Galiazzi, do Rio de Janeiro. Está esperando o quê? Já para casa, menina!

Simulador de caminhada


O que é: tem mecanismo parecido com o do elíptico, mas os pedais fazem movimentos para a frente e para trás em vez de circulares. Os bastões para apoio das mãos ajudam a impulsionar o corpo. São vários modelos: com barra para encaixe de anilhas, assento, display que exibe velocidade, distância e gasto calórico e até uma plataforma giratória na parte da frente para trabalhar abdômen (o da foto tem o encaixe para anilhas e o display).

O que você treina: resistência cardiorrespiratória e força nas pernas e no bumbum. Dependendo de como se posiciona no aparelho, você estimula musculaturas diferentes. "Quando mexe as pernas para a frente e para trás, malha quadríceps e glúteos. Se fica de lado e abre e fecha as pernas, aciona as partes interna e externa da coxa", explica o professor Rogério Orban, da Bodytech, em São Paulo, que criou este treino.

Por que é legal: oferece menos impacto do que a esteira, por isso é ideal para quem está acima do peso, se recuperando de lesões ou tem restrição óssea ou articular.

Para aproveitar o máximo: apoie o pé inteiro na plataforma para poupar joelhos e panturrilhas. "Você até pode caminhar alguns minutos na ponta dos pés, para trabalhar a panturrilha, mas sem exagerar", avisa Rogério.

Gasto calórico: 270 em 30 minutos, aproximadamente.

Preço: entre 249 e 599 reais.

Para treinar em casa

Segunda: 10 min de aquecimento + 36 min (alternar 15 min moderado e 3 min leve) + 10 min de desaquecimento + 3 séries de 20 rotações de tronco na plataforma giratória (ou abdominais no solo, se o seu aparelho não tiver essa variação)
Total: 56 min

Quarta: 10 min de aquecimento + 30 min com anilhas de 2 a 4 kg (alternar 4 min de movimento para frente e 1 min na lateral) + 10 min de desaquecimento + 3 séries de 20 rotações de tronco na plataforma giratória ou abdominais no solo
Total: 50 min

Sexta: 10 min de aquecimento + 10 min com anilhas de 2 a 4 kg (alternar 2 min forte e 2 min leve) + 10 min de desaquecimento + 3 séries de 20 rotações de tronco na plataforma giratória ou abdominais no solo
Total: 30 min
Conheça outras duas formas de malhar em casa com o Kangoo Jumps e o Air Climber

Nossa Campanha "Obesidade e preconceito,vamos dar um basta nisso!" na blogosfera.Texto de Luciana Tokata

Boa noite meninas???!!!

Tô passando aqui corridinha, só para compartilhar a minha felicidade na nossa campanha, que posso até ter iniciado, mas com certeza ela é "Nossa", pois compartilhamos deste problema da obesidade, uns com problemas bem maiores que os outros, mas algo comum, que nos aflige, nos angustia e nos deixa a margem da nossa sociedade, hoje mesmo na escola onde trabalho uma aluna deu queixa de outra, exatamente por está sofrendo com ela lhe chamando de "gorda", lhe ridicularizando o tempo todo, e você via no discurso dela a angustia que ela estava passando em lidar com aquilo.

Gente obrigada de coração a todas  as minhas amigas que passaram aqui, levaram o selinho com todo carinho para seus cantinhos, também as novas que por aqui vinheram, e as que virão que espero que seja muitas e que nossa campanha circule e que nós possamos dizer "Não", a todo típo de preconceito, não vamos tolerar sermos humilhados e  colocados a margem do prcesso social, só por conta de alguns kgs a mais no nosso corpicho.

Vou compartilhar com vocês um texto da nossa querida  psicóloga Luciana Tokata que passou por aqui ontem e comentou sobre seu texto, visitem seu blog vale muito a pena.

Preconceito tamanho GG

Atitudes irônicas, maldosas e agressivas reforçam o sentimento de inferioridade das pessoas gordas. Discriminação vai do sutil ao escancarado

Dia a dia sofrido


O cotidiano dos obesos é todo de dificuldades, inclusive nos relacionamentos amorosos e na hora de procurar emprego. Algumas empresas, a exemplo da que recusou Daiana, evitam contratar funcionários com maior probabilidade de ter problemas de saúde, entre os quais hipertensão, diabetes, doenças cardíacas e colesterol. “Tenho recebido muitas queixas de pacientes com dificuldades em arrumar emprego, pois sabem que não têm as mesmas oportunidades de trabalho, em função da discriminação por estarem acima do peso”, diz a psicóloga Luciana Kotaka.

 

“As atividades diárias dos obesos são impregnadas de medo, por receio de virarem alvo de chacotas, causando constrangimento”, diz a psicóloga. O problema pode estar em coisas consideradas simples pelos demais, como passar por uma roleta, comprar roupas, dançar ou mesmo se abaixar para amarrar o sapato. Isso tudo pode ser motivo de grande insegurança ou gerador de ansiedade. “O obeso sabe que é observado em suas condutas cotidianas e, frequentemente, ouve comentários maldosos e piadinhas de colegas ou de estranhos que estão no mesmo ambiente”, observa Luciana.

“De forma geral, ouvem que são preguiçosos, sem força de vontade, o que acaba por levar a pessoa a um comportamento de engessamento, pois acaba como que acreditando que não tem força e determinação suficientes para fazer exercícios físicos, ou mesmo seguir um programa de reeducação alimentar, permanecendo estagnada e engordando cada vez mais”, diz Luciana. Segundo ela, as pessoas que um dia já foram magras, que já estiveram dentro dos padrões estabelecidos pela sociedade, são as que apresentam maiores sequelas, pois sentem a discriminação de forma mais acentuada
As mulheres são mais suscetíveis, pois delas se cobra o estereótipo da mulher feminina, magra e bonita. “Nos desfiles, novelas, cinemas e publicidade, a mulher aparece sempre magra, fortalecendo esse ideal de beleza e promovendo a constante insatisfação”, diz ela. Esse “ideal” permeia o cotidiano. Andressa já se sentiu constrangida num shopping ao sentar-se na praça de alimentação para comer seu Big Mac. Ao seu lado, uma ma-grela a olhava como se dissesse “eu, que sou magra, estou comendo uma salada, e você, que é gorda, está comendo isso?”
Para a psicóloga, um exercício de alteridade, colocando-se no lugar do outro, não faria nenhum mal. “As pessoas ignoram a dificuldade que é carregar um peso maior do que se pode sustentar. Não sabemos lidar de forma adequada com os obesos, e isso fica muito claro para eles, pois a mídia prega, a todo momento, que felicidade e beleza são sinônimos de um corpo magro, abalando o psicológico dos gordinhos”, observa Luciana
A psicóloga propõe pensarmos num mecanismo de retroalimentação, no qual a pessoa obesa já se sente diferente e inadequada na maioria das vezes e quando recebe mais críticas ou percebe que é excluída e estigmatizada, a comida se torna, mais uma vez, uma das únicas fontes de prazer. “A comida entra com a função de um antidepressivo ou mesmo como ansiolítico”, conclui.

Gente vale a pena ler o texto na integra onde a Luciana fala tão bem da nossa condição de obeso.
Link: http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=982509&tit=Preconceito-tamanho-G
 
Selinho da campanha.
 
 
 














Link da matéria: http://eudietando.blogspot.com/2011/03/obesidade-e-preconceitovamos-da-um.html


Meninas por hoje é só, ainda tenho 5 aulas para dar agora a noite.
Bjkksssssssssssss